quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Meu Amor se Mudou pra Lua - Paula Toller


Cai a tarde sobre os ombros
Da montanha onde me largo
O dia não foi!A noite o que será?
Meus cabelos pela grama
E eu sem nem querer saber
Por onde começoE onde vou parar?
...Na imensidão da manhã
Meu amor se mudou pra lua
Eu quis te ter como sou
Mas nem por isso ser sua...(2x)
Vou adiante como posso
Liberdade é do que gosto
O dia nasceu
Azul à sua forma
Já não quero mais ser posse
Fosse simples como fosse
Um dia partir
Sem ganchos nem correntes...
Façamos um brinde
Façamos um brinde
À noite que já vai chegar
Façamos um brinde
Façamos um brinde
Ao vento que veio dançar...
Na imensidão da manhã
Meu amor se mudou pra lua
Eu quis te ter como sou
Mas nem por isso ser sua...(4x)

Na imensidão da manhã...
_____________________________________
Muito boa. [ em todos os sentidos. Hahaha. ]
Eu teeeeeeeeeeenho o novo cd!

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

c a s o s d e t o d o s o s t e m p o s


"Pinta os lábios para escrever A sua boca em minha...
Pra eu te dar a mão nessa hora"


Guarda teu mel para a nossa nova trilha rolar.
Toma-me como eu te tomei naquele tempo.
Ah, não vai embora assim tão fácil.
Fica comigo mais essa noite,
Abraçando-me com mais carinho.

Tudo não pode estar acabado assim.
Pega o telefone. Liga pra mim.
Eu te espero. Espero o tempo que for preciso.
Agarra sua rainha. Enche o ego dela...
Deseje-a... Goza da vida louca, vida...

Não tenta traduzir os nossos olhares.
Beija! Lambe cada tecido cruzado do pescoço dela...
Sente o cheiro do prazer...
Devora esse amor tão forte e quente.
Vai para a rua. Grita por mais um!

- deve ser assim...
- podia ser diferente.

Larga as possibilidades. Deixa pra lá.
Viver desse jeito?
Não faz nada... Espera.
Corre pros livros daquela biblioteca..

Carinho, amor, paixão, felicidade, espectativa, coração acelerado, vontade, medo, tristeza, tudo, nada.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

some songs let me eletric

É. Ela me deixa bem elétrico. Dona Madonna Louise Ciccone Ritchie é uma mulher de muito valor, hein! Seu jeito agressivo e carismático ao mesmo tempo ( golpe de marketing? nem acho, hein.. ), e suas polêmicas super "trabalhadas" fazem com que eu e um monte de gente goste de seu estilo. E tô doidinho pra comprar o livro dela infantil (estilo menina, mas e dai?). O livro se chama As Rosas Inglesas.

Abaixo, duas músicas que não estão saindo da minha cabeça nos últimos meses:



Mother & Father

There was a time I was happy in my life
There was time I believed I'd live forever
There was a time that I prayed to Jesus Christ
There was a time I had a
mother
It was nice

Nobody else would ever take the
place of you
Nobody else could do the things
that you could do
No one else I guess could hurt me like you did
I didn't understand
I was just a kid

Oh mother why aren't you here with me
No one else saw the things that you could see
I'm trying hard to dry my tears
Yes father you know I'm not so
free

I got to give it up
Find someone to love me
I got to let it go
Find someone that I can
care for

I got to give it up
Find someone to love me
I got to let it go
Find someone that I can
care for

There was a time I was happy in my life
There was time I believed I'd live forever
There was a time that I prayed to Jesus Christ
There was a time I had a mother
It was nice

Oh mother why aren't you here with me
No one else saw the things that you could see
I'm trying hard to dry my tears
Yes father you know I'm not so
free

I got to give it up
Find someone to love me
I got to let it go
Find someone that I can
care for

I got to give it up
Find someone to love me
I got to let it go
Find someone that I
can care for

My mother died when I was
five
And all I did was sit and cry
I cried and cried and cried all day
Until the neighbours went away

They couldn't take my loneliness
I couldn't take their phoniness
My father had to go to work
I used to think he was a jerk

I didn't know his heart
was broken
And not another word was spoken
He became a shadow of
The father I was dreaming of

I made a vow that I would never need another person ever
Turned my heart into a cage a victim of a kind of rage

I gotta give it up

I've got to give it up
Find someone to love me
I've got to let it go
Find someone that
I can care for

I got to give it up
Find someone to love me

I got to let it go
Find someone that I can
care for
Find someone that I can
care for
Find someone that I can
care for

I got to give it up
I got to let it go
I got to give it up

Oh mother
Oh father
I give it up

[ em vermelho, os versos que mais adoro. Por que? Porque eu nunca consigo acompanhar. Hahaha. She's sing very fast! ]

Impressive Instant

Universe is full of stars
Nothing out there looks the same
You're the one that I've been waiting for
I don't even know your name

I'm in a trance
I'm in a trance

Cosmic systems intertwine
Astral bodies drip like wine
All of nature ebbs and flows
Comets shoot across the sky
Can't explain the reasons why
This is how creation goes

I don't want nobody else
All the others look the same
Galaxies are sliding into view
I don't even know your name

I'm in a trance
And the world is spinning
Spinning baby out of control
I'm in a trance
I let the music take me
Take me where my heart wants to go

Kiss me
Kiss me
Kiss me

I like to singy singy singy
Like a bird on a wingy wingy wingy
I like to rhumba rhumba rhumba
Dance to a samba samba samba

Trance
I'm in a trance
Universe is full of stars
Nothing out there looks the same
You're the one that I've been waiting for
I don't even know your name

domingo, 9 de dezembro de 2007

Amanhã isso tudo estará esquecido?

Mais uma vez eu estou em frente ao meu computador sem saber o que devo ou não escrever aqui no blog. Acabei de largar aqui do lado O Pássaro Raro. Estou querendo falar algo dele... Mas ao mesmo tempo não quero.

Parei de ler O Pássaro Raro por conta do vestibular. Depois que passou toda aquela "adrenalina", terminei o livro. Este, conta de forma poética, quase no estilo de O Mundo de Sofia, a existência dos seres humanos. O início de tudo, o fim de vidas rodeadas de amor, ódio, tristeza... É o mundo que surgiu do nada. Que muitas pessoas ficam entediadas.
Agora eu já nem sei mais o que dizer. Só sei o que senti tempos atrás... E o que senti volta de vez em quando para tentar me confortar. Não, não, não! Parece que nem conforta tanto assim. Poderia estar perto. E talvez se estivesse perto, nem fosse do mesmo jeito como se tivesse longe.
Estou tentando caminhar lentamente pra não cometer muitos erros. Estou tentando exercitar cada dia minha paciência. Amanhã, bem longe disso tudo aqui, já vai tá terminado. Já vai tá tudo esquecido. A não ser que os livros de história contem a minha longa longa vida.
Passei dias a ponto de perder a cabeça com imagens de um possível e frustrado romance. Possível romance? Como assim? Você cria, monta, imagina um romance dentro de uma história. Ora você quer ser do mesmo jeito que a personagem, ora você quer ser A personagem. Quer estar mesmo no lugar dela ali naquele conto tão apaixonante...
Talvez não role algo de bom depois de tantas palavras pensadas e postas num prato em cima da mesa. Talvez todos até lá já tenham entendido o que eu quis dizer aqui, hoje, neste domingo que parece com tantos outros: monótono.


* i wish not to come back.
"This has got to die
This has got to stop
This has got to lie down
Someone else on top..."

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Volcanoes

É meio incompreensível você tentar ousar entender algo do que escrevo neste blog, neste campo de refúgio de palavras tão esquisitas.


Dias que se passam rapidamente como cometas cintilantes... Dias que nos dão exemplos fantásticos de vida. Um relógio marcando o fim de mais uma hora, de mais um minuto, de mais um segundo. É tudo tão cíclico. É um estado de sentimentos tão cíclico.


Um mundo estranho tem rodeado meu corpo em 19 anos de existência. Para ser mais exato, tem rodeado meu corpo desde os meus 11 anos de idade. Tanta coisa aprendi. Tanta coisa senti por várias pessoas. Tanto que escrevi em meus papéis A4.


Sei lá! O cansaço surgiu assim no meio do nada. Ou no meio da semana passada pra cá. Enjoado da mesmice. Enjoado do meu lugar natal. O querer importunando meu juízo. Os sonhos sonhados tão frequentemente... A realização desses sonhos querendo ser logo concretizada.


Vontade de explodir! De jogar, derramar lágrimas de fogo na tua paz... Gritar pro mundo e dizer bem alto: PÁRA! NÃO DÁ MAIS! Aclamar por mais um pouco de atenção das pessoas. Implorar por algo melhor... Por criaturas melhores. Enfim, ser feliz.
Não sei não, hein! Que esquisito...


Don't drag my love around volcanoes melt me down

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

[ ... /// °°° ]


Uma alma penada fala:
- Oi, Epígono. Poste alguma coisa no seu mundo, menino feio!


Epígono fala quase morto:
- Estou sem um pingo de paciência de colocar algo aqui, alma. Mas resolvir mostrar para quem quiser ver, o novo dvd do Pearl Jam que ganhei de uma pessoa especial. Eis o Immagine in Cornice.

Alma:
- Que lindo!


Epígono:
- Perfeito. Agora tchau. Passe bem esse fim de ano.

Alma:
- Domingo tem bolo, né?


Epígono:
- É? Dizem...

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Acabou-se O Que Era Doce...


É. Por um tempo está acabado. Não sei quanto tempo vou conseguir ficar sem deliciar-me com tudo isso aqui.

Novas histórias virão. Sejam elas boas ou ruins.
Tchau-tchau, anjo da guarda.

=)

sábado, 17 de novembro de 2007

Levando o Epígono por ai...


White Flag - Dido

I know you think that I shouldn't still love you,
I'll tell you that.
But if I didn't say it, well I'd still have felt it
where's the sense in that?

I promise I'm not trying to make your life harder
Or return to where we were

But I will go down with this ship
And I won't put my hands up and surrender
There will be no white flag above my door
I'm in love and always will be

I know I left too much mess and
destruction to come back again
And I caused nothing but trouble
I understand if you can't talk to me again
And if you live by the rules of "it's over"
then I'm sure that makes sense

But I will go down with this ship
And I won't put my hands up and surrender
There will be no white flag above my door
I'm in love and always will be

And when we meet
Which I'm sure we will
All that was then
Will be there still
I'll let it pass
And hold my tongue
And you will think
That I've moved on....

I will go down with this ship
And I won't put my hands up and surrender
There will be no white flag above my door
I'm in love and always will be

I will go down with this ship
And I won't put my hands up and surrender
There will be no white flag above my door
I'm in love and always will be

I will go down with this ship
And I won't put my hands up and surrender
There will be no white flag above my door
I'm in love and always will be

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

[ ... vontade de dizer algo? ]

Vidinha pacata numa cidade quase que estranha no sudeste do Brasil.
Clarice havia posto algo em cima do caderno do menino novato na escola e pensou:
"será que ele vai dizer que sou louca? estranha? Enfim, vou arriscar!"
Minutos depois, quando todos retornaram do intervalo, Pedro observou já da porta que tinha algo de estranho em cima do seu caderno.
"hum?"
Com seus passos apressadinhos, chegou até o "mistério" e abriu o que tinha dentro do envelope.




"Você é o menino tão falado!
Não! Não é como esse bonequinho que desenhei. É bem diferente...


Oi, Pedro! Você gosta de poesias?


Ahahaha... eu estou tremendo. Quer dizer, estou escrevendo rápido, porque quero que leia isso antes de ir pra casa.


Eu fui embora por hoje, mas voltarei amanhã! Assim, se permitir, podemos conversar?

Com carinho, Clarice.

'quando a gente fica em frente ao mar, a gente se sente melhor'"



Pedro ficou boquiaberto com aquele bilhetinho tão, tão simples e lindo e resolveu responder, mesmo sabendo que só poderia pôr em cima da mesa da Clarice no dia seguinte.




"Oi, Clarice...
Você parece ser legal, então!
Adorei receber esse recadinho.
Pena que você foi embora...
=\

Até amanhã, menina-poesia.

Eu gosto dessa frase que você escreveu. Acho muito linda."



O tempo ainda vai mudar essa nova amizade da Clarice com o Pedro. Eles vão se dar bem mais na frente. Um possível romance? Quem sabe...

Às vezes eu fico aqui de frente pro computador, sabe? E não me vem nada à cabeça pra escrever aqui nesse meu mundinho um tanto "chato-controverso". Resolvo então criar histórias bestas, vindas direto de uma cabeça besta... O tédio hoje foi total aqui, hein! Eu quis que fosse assim. Não tava com o mínimo de vontade de sair, de fazer algo de "futuro".

U-hum. Confesso que fui varrer a casa, lavar duas pias de louça, quando minha mãe saiu. Liguei o som no último volume e "entrei" no transe! E só me vem isso: i'm in a trance! i'm in a trance!

Você deve saber quando a gente tá afim de sair por ai e dá um tempo em algumas coisas que anda fazendo, que andam tomando conta do teu corpo e te deixando de saco cheio. Talvez, quem sabe, acabar com algumas histórias verídicas, ou ao menos dar TEMPO ao TEMPO. Mas eu caio na real e vejo que esse dar TEMPO ao TEMPO, é pura sacanagem!

Está vendo? Eu não sei porque ainda estou aqui de frente pro PC escrevendo tamanhas bobagens. Ah, já são quase 22h, e eu podia tá aqui ao lado, na minha caminha estilosa, lendo uma revista da qual desenterrei do meu armário de coisas "importantes". Uma matéria bem histórica do "safado", "galinha" e "imperador" D. Pedro I. Eu já tava na parte da Independência do Brasil, mas dei um pause.

Quer saber? Eu vou acabar com isso agora. Salvar tudo aqui, postar, ver como ficou, clicar em sair, olhar se tem alguém de interessante no MSN (pelo visto nem tem), sair do Orkut também (quantos vícios cibernéticos!), desconectar tudo, desligar o PC e ir pra minha caminha.

Boa noite. Tenha bons sonhos.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

No Íntimo Feito

Seu jeito, seu peito, sua coxa
Cada um no meu,
Cada nu no seu... e até anel batendo
Soando como dois sinos.

Seu cheiro no meu, seu algodão no teu,
Os meus permanecem aos céus...
Perfume delicado e inocente,
Marcado sobre os meus textos.

Está desenhado e resplandecido na palma.
Erradicando as asas dos pássaros...
Suficientemente agarrados como um casal
De pura e divina cor.

Seu nariz, sua orelha, sua boca,
Seus desejos, seus eixos, seus queixos
Tudo em um .
Calados, molhados, abraçados, pintados.

Seu lido, meu lido, nosso escrito
Arrastados e odiados. Juntos na beira
De uma quase manifestação.
Seu coração, suas veias, suas teias.

Meu íntimo, meu hino, meu filho,
Em ódio, em amor, em dor
Passar assim por alto, de sobre-s-salto
Por entre o asfalto.

Sua vida, sua ida, seu sol.
Sua coxa, seu pé, joelho, seu corpo completo.
Sua mainha, minha inha, sua tinha.
Tua língua, tua saliva, teu mel.

E no véu, na saia, na cáia.
Vibrando forças ocultas em um material vivo.
E você deita e me enrola.
Suas costas, seus olhos, seus cílios, seus sóis...


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Inspirado no recente cd do Caetano Veloso: Cê

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Carta à ilusão

Vivência, 07 de novembro de 1988

Oi, ilusão. Meu nome é Guilhermina, e quero, talvez, fantasiar teu mundo junto ao meu. Alguma coisa pode dar errado nesta carta. Há uma possibilidade de eu parar de escrever numa interrogação. Até agora eu ainda não sei como irei “costurar” esse caminho contraditório no qual me perdi. Sonho a cada instante algo que já não está mais ao meu alcance. Tento me libertar por meio de um suicídio de textos que atravessam a ponta do lápis com o meu papel cor de pele.

Que nada. Eu quis tentar ser a mais carinhosa em todos esses anos. Quis tentar esquecer momentos que vivi embaixo de luzes coloridas. Mas não. Não foi nada disso que me aconteceu. Conheci um homem incrivelmente estúpido, depois do Rubens. Achava que ele tinha surgido na minha vida para dar-me tudo o que eu mais queria se o Rubens estivesse comigo. Sinto pena dessa minha aflição. Sinto nojo dos dias que fiquei com ele...

Foi o fim de um amor “fantasiado” – algumas fantasias são lindas, outras já me dão vontade de vomitar – e o começo de uma nova vida ao lado da Raquel. Hoje estou com exatos 39 anos e a Raquel com 12. Ela sabe o que aconteceu com seu pai. E aprende todos os dias comigo o que eu aprendi em pouco tempo com o Rubens sobre o que é amar.

Está bem. Confesso que você entrou na vida da minha filha semana passada e abalou a coitadinha de forma bruta! Eu sei bem dos seus truques, hein! Ilusão ligada ao amor, que liga à juventude, que às vezes não dá em nada e depois te enche de surpresa.

A Raquel foi vaiada na escola por ter feito uma declaração pro paquera dela. Ele, o menino, é o tipo daqueles rockeiros adolescentes revoltados. E nem se quer deu a mínima para a minha filha.

Agora há muita confusão, muitas questões, muitas opiniões vindo ao mesmo tempo na cabeça da Raquel. Ela está há três dias trancada no quarto, e daqui de baixo ouço o choro repetido da minha princesa. Preciso de ajuda para poder ajudá-la, entende?

Até quando?

Com preocupação,
Guilhermina – a quase quarentona

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Cuidado na recordação

Comodidade em respeito.
Cansaço se desfigurando em dois corpos.
Loucura nos desejos.
E eu não levaria uma eternidade para estar contigo
Isso é fato.
Ficaria apenas aqui, no presente.
Faria o mínimo de perguntas a você. Talvez, fecharia as portas bem antes de você ousar entrar.
Rasgaria uma foto que um dia estava na cabeceira da minha cama.
Não, não, não.
Juntaria todos os pedacinhos,
Poria durex em cada parte,
E voltaria a admirá-la quando eu fosse dormir.

Desejos? Nada. Nem um pouco a mais? Uma palavrinha enorme quem sabe: ilusão.

Sabe?

“Versos” mostrados como umas tantas rosáceas intimamente ligadas por fios de ilusão. Perfume que emana nos meus orifícios externos do nariz, suscitando momentos passados entre luzes coloridas, e ao mesmo tempo, em preto e branco. São só palavras vindas de uma caixa craniana bastante complicada.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

She's a Carioca


Ela é carioca, she's a carioca
Just see the way she walks
Nobody else can be what she is to me
I look and what do I see
When I look deep in her eyes
Ican see the sea
A forgoten road
The caressing skies
And not only that, I'm in love with her
The most exciting way
It's written on my lips
Where her kisses stay
She smiles and all of a sudden
The world is smiling for me
And you know what else
She's a carioca
Ela é carioca
Ela é carioca, ela é carioca
Basta o jeitinho dela andar
Nem ninguem tem carinho assim para dar
Eu vejo na luz dos seus olhos
As noites do rio ao luarVejo a mesma luz
Vejo o mesmo ceu
Vejo o mesmo mar
And not only that, I'm in love with her
The most exciting way
It's written on my lips
Where her kisses stay
She smiles and all of a sudden
The world is smiling for me
And you know what else
She's a carioca Ela é carioca
_______________________________________
Foto by Bruno Gama, um amigo meu do mundo das pteridófitas. Em breve teu presentinho vai chegar ai na cidade maravilhosa, hein!

Eu não sabia o que escrever
Mas quando me veio a letra da música
Bateu junto com o que eu tava sentindo
E esses versos... Que ainda nem são meus
Fazem parte da dança da minha vida
[ versos de versos ]

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Carta para nós dois

Vivência, 24 de Outubro de 1949

Eu, um tipo de ser humano complicado. Eu, que outro dia era sua. Eu, que não sei se irei suportar a saudade que derruba meu corpo inteiro no chão, em cima das cartas que eram para você.

“as suas cores no seu olho tão de perto” – uma tal de Priscila

Parece ser estranho escrever ao mesmo tempo para nós dois, amor que se foi. É estranho, é lindo, é perfeito... Mas não é a mesma coisa sem você aqui, Rubens. Eu perdi nesse jogo. Um jogo que nem ao menos tinha começado direito.

“i will ignorin you...” – Priscila mais uma vez

Não quero ignora-lo, amor. Queria tentar. Arriscar? Quem sabe... Mas arriscando é muito perigoso. Além do mais só tenho 15 anos, não é? Por que só tentamos poucas vezes nos tocar? Acho que você nem tanto. Mas juro como eu tentei.

“se eu não me vigio um instante, me transporto pra perto de você” – a Priscila
“e eu acho que eu gosto mesmo de você
Bem do jeito que você é” – ela outra vez

Mas você é apenas um morto, Rubens. É apenas uma nova estrela no meu mundo de sonhos... no meu céu.

“e o tempo é só meu e ninguém registra a cena
De repente vira um filme todo em câmera lenta”...

Para nós dois, acho que ainda virão várias outras canções. Para nós dois, o tempo tornou-se tão carregado depois de sua partida... E agora mesmo chove lá fora... Mas porque cai tão lentamente? Cai logo de pressa, Rubens!

Certo. O certo é que tenho uma pergunta para fazer-te: quando você vai estar sentado na janela do meu quarto para me levar contigo? Quando vou poder sair dessa tragédia, e entrar no teu mundo um tanto quanto mágico? Quando vou conseguir tirar você da cabeça, mesmo que não funcione, mesmo não querendo?

Não, não, não! Não Rubens! Eu estou só agora... Eu estou sem você, meu amigo. Eu estou sem o meu ombro-amigo. Estou quase pulando desse barco torto. Não há nada que possa me impedir de fazer! Por que você não me toma?

Com muita, mas muita saudade mesmo,

Guilhermina – tua sempre Gui

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Segunda carta à morte

Vivência, 24 de Outubro de 1949

Bom tempo, dona morte. Depois de duas semanas ao ter escrito minha primeira carta à sua existência, um tanto enigmática, volto a refletir sobre você e outras coisas que me aconteceram. Dias esquisitos, diga-se de passagem, e bem infernais.

Não tenho mais o meu amigo Rubens por perto para dividirmos “conhecimento”. Você levou mesmo ele para longe dos meus braços, não é, sua feia?! Você me deve explicações!

Eu não gosto de você, sua malvada! Eu sinto nojo da sua existência em nossas vidas! Eu sei que chegará o dia em que irei passar por isso, mas não seria melhor eu ficar sem saber? Ficar sem ouvir ou ter você dizer: “chegará o dia em que você também passará por isso, menina inteligente”? Apenas quero saber porque tu existes. Saber o porque de suas ações. Que merda!

Eu faço mal a você com minhas perguntinhas. Tenho certeza disso. Melhor eu esquecer? Melhor eu não mais te ver? Não chorar mais por você?

Domingo passado sai para caminhar com o Otávio, Aninha e a Maria Clara no rio onde brincamos a última vez com o Pedrinho. Senti um frio tão intenso, que por uns minutos podia estar na Noruega, Groenlândia, Alaska! Sabia que ele estava ali comigo... E isso me fez lembrar de quando saímos para colher acerolas em um sítio do tio dele perto do mesmo rio. Posso confessar: nosso primeiro beijo foi dado dentro do pé de acerola! Hahaha... Foi tão lindo, tão perfeito... Tinha gosto, lógico, de acerola. Loucura! Gostosura! Pareço ser atrevida, não é? Mas não sou, ow!

Agora percebo que estou tratando você como uma amiga. Isso mesmo. Amiga CONFIDENCIAL. Nem a Aninha e a Maria Clara sabem disso. Bem, elas desconfiavam. E ainda desconfiam. Mas eu não ligo. Só não me sinto a vontade para falar isso.

Então, queria receber respostas tuas... Senão vou acabar pirando. [ fazendo cara de menina triste ]

*ah, sobre a epidemia que você relatou para mim na sua primeira carta, sinto muito. Tenho dó dos londrinos daquela época.

Com fidelidade,

Guilhermina – uma menina bastante complicada

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Carta à menina do mundo da saudade

Londres, 11 de Agosto de 1665

Oi, Guilhermina. Estou em uma das ruas de Londres levando algumas pessoas para morar junto ao cemitério sombrio, como você descreveu-o. A epidemia foi transmitida por uma bactéria da pulga dos ratos contaminados. E muita, mas muita gente mesmo, ficou espalhada pelas ruas da capital inglesa. Tenho até pena desses pobres coitados... Eu venho aqui na maior cara-de-pau e levo-os para descansarem em paz no começo de uma outra vida. Chegará o dia quem que você também passará por isso, menina inteligente.

Quero responder suas perguntas, mas vamos com calma, porque estou cheia de trabalhos a fazer. São muitos corpos pra dar conta aqui, Guilhermina. Segundo minhas amigas de trabalho, já tem quase 60.000 mortos! Fora os que estão do outro lado da cidade.

Aqui tá um verdadeiro caos. Portas de comércio fechadas, pessoas passando longe umas das outras. E nessa hora eu rio: elas não perdem por esperar. Que pena. Vou levá-las!

Querida, você nunca me fez nada de mal. Tirando essas perguntinhas chatas... “por que isso?”, “porque aquilo?”. Mas entendo seu lado questionador. Esse poeta que surge nos anos 2000 tá certíssimo quanto ao verso que você citou. É o que a maioria dos grandes pensadores, assim como você, faz. Enxergam além de tudo pra ver se eu existo, como sou, para onde levo as pessoas... Não tenha medo, Gui – vou lhe chamar assim.

Quanto àquela menina dos livros, ela é uma pirralhinha bem legal, sabe?! Ela realmente viveu intensamente os anos de guerra. “Tinha” um amigo judeu no porão de sua casa. Teve um grande amiguinho que morreu em meio à guerra. Ah, infelizmente levei comigo seu irmãozinho de oito anos. E como, como ela roubou livros!! Essa história não será mais bela se eu ficar aqui contando-a para você, Gui. Quando você for vovózinha, terás a oportunidade de ler o tal livro.

Desculpe ser tão direta contigo, mas é que tenho de dar continuidade ao meu trabalho físico, sentimental e espiritual. Os londrinos me esperam...

Com amargo,

Morte – que tudo sabe, que tudo destrói, que trás dor.

domingo, 14 de outubro de 2007

Grandão & Cabeção



Há!

Duas pessoas loucas, com algo em comum: amizade.

Duas pessoas chatas, com algo em comum: amizade.

Já recebi tua ajuda tantas vezes, hein cabeçãozão?! E os juros só aumentando... Hahahaha...

Tô aqui de frente pro PC, e bateu uma vontade de falar algo pra você, ou sei lá... pra qualquer um que leia esse blog e conheça a gente. O epígono que sempre fala desse "cabeção".

Até a Carolzinha disse uma vez: "marcar uma sessão de cineminha ai, pow. Você e SEU cabeção".

Hahahhahahaha... "meu cabeção"? Não, não, não! Cabeção da Deh!

=P

Saudades de você...



quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Carta à morte

Vivência, 09 de Outubro de 1949

Meu nome é Guilhermina, chamam-me de Gui, e tenho algumas dúvidas quanto a sua existência. Não sei onde estás nesse exato momento. Deve estar em qualquer esquina matando os seres humanos de fome. Ou melhor, a fome tá matando... Você apenas transporta-os para a nova vida. Deve tá levando aqueles que foram bombardeados nos campos onde concentra-se a ação. Ou quem sabe, deve estar dormindo nos túmulos sujos de cada cemitério sombrio.

Faz duas semanas que perdi um dos meus melhores amigos num rio próximo a minha casa. Eu não estava com ele na hora. Tinha acabado de sair do nosso passeio junto ao Rubens, Otávio, Aninha e Maria Clara. Éramos seis “crianças” curtindo um fim de semana depois de 5 dias de aula. Não recebi a notícia da morte do meu amigo, Pedrinho, no mesmo dia. Eu era a mais próxima dele. Acharam melhor contar o ocorrido no dia seguinte, uma hora antes de seu velório.

Sabe morte, eu tenho medo de deixar meus amigos, familiares e esse mundo que tem tanta coisa pra me mostrar ainda. Quero saber porque você vem de repente e leva alguém tão especial para longe de mim. O que eu te fiz? Eu nem se quer chamo você... Não é a primeira vez que isso acontece, nem muito menos será a última vez. Disso eu tenho certeza. Posso até estar enganada, não é?

Por que você levou tanta gente agora no término dessa Segunda Guerra Mundial? Eu fiquei sabendo em partes desse fato histórico. Quando chegava alguma notícia no rádio da minha casa, meus pais pediam pra eu sair e ir brincar com meus amigos. Mas não adiantava. O pai do Rubens trabalhava nas forças armadas, e lá ele colhia várias informações a respeito da guerra. O Rubens, que gostava de histórias de guerra, contava-nos quase tudo. Meu avô, você também o levou para longe de mim. Isso mesmo. Você sabe onde pegou, não é? Às vezes penso que nem um poeta dos anos 2000:

“E isto é tão sem norte...
..mas tanto, que persigo, evoco, dou fé,
só pra ver se existe.”. - Cândido

Eu estou com meus exatos 15 anos, e sinto-me uma criança ainda em meio a tudo que tem acontecido na minha vida. Por outro lado olho, e entro em contradição. Acho que já sou tão adulta quanto meu irmãozinho de 8 anos.

Por favor, morte, conte-me o porque das suas ações. Não esconda nada. Eu soube de uma coisa: você conhece a história de uma menina que roubava livros? Bem, o meu avô contou isso numa carta que enviou-me da Alemanha. Ele disse que essa menina viveu intensamente essa segunda guerra, assim como eu. É verdade?

Com ódio,

Guilhermina Rodrigues – a louca no mundo da saudade


[ um pouco de inspiração no livro do Markus Suzak ]

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Parabéns

Hoje não é um dia qualquer na minha vida... Não posso escrever muito porque estou prestes a sair do trampo. Mas quero parabenizar duas pessoas:

° uma tia;
° um amor.

Amo os dois. Muitas felicidades, minha tia.

Muitíssimas felicidades para o meu amor. Aquele amor que sempre sabe me deixar feliz com um sorriso, um beijo, uma conversa, um olhar... Por onde andarás agora? No mundo dos, "poeticamente falando", artistas da escrita? Ah,...

11 months!

=)~

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Recordações, e nada mais

Hoje eu parei. Hoje eu chorei mais uma vez. E já perdi as contas de quantas vezes abri minha boca para falar que nunca mais iria chorar. Hoje eu ri com uma pessoa que me deixa feliz sempre. Ontem eu sorri muito com outra pessoa que me deixa feliz. Mas o que eu preciso mudar, a esta altura do campeonato? O meu nome não é tão importante assim nessa minha declaração, talvez, final. Nem muito menos, meus pensamentos não devem ser importantes pra você. E nós dois devemos saber a causa.

Eu imaginei por vários dias que tudo aquilo iria passar. Porém, ao menos tempo eu contava nos dedos as vezes que fiquei imaginando como seria bom que todo o conto de fada não acabasse. O que você deu-me em troca? “Eu também gosto de ti”? Olha, confesso: eu rio com essas suas afirmações e consolações.

São apenas recordações, e nada mais. São apenas palavras que voam longe do meu mundo poeticamente incorreto. E vivo nessa escravocracia dos pensamentos... Que tão longe viajam e tão perto não pousam.

Você tem um tempo pra mim? Ouve-me na madrugada, quando todos estiverem dormindo. Ouve-me quando você achar que nem tem sentido algumas coisas dessa nossa vida tão fajuta. Porque é assim que ela é. Quem sabe, o mundo dê várias, e várias voltas e não chegue onde eu quero. Quem sabe nem exista o que eu quero. São apenas recordações, e nada mais.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

A Menina Que Roubava Livros


Ao ver este livro em tudo quanto é site de vendas de livros, cds, em alguns blogs, primeiro colocado na revista "Veja", eu achei que não passava de mais um "livreto popular". Mas, acabei me enganando quando terminei de lê-lo no começo desta tarde de sexta-feira aqui na empresa onde trabalho.

A tal Liesel Meminger, era um pouco chata no início até quase perto da metade do livro. ( na minha visão) Ou podia ser que por eu estar tão cansado do dia, e chegava a noite - antes de começar minha aula do cursinho de vestibular - eu começava a ler, a leitura tornava-se cansativa. Não. Ai é que tá! Assim que acabava um capítulo eu já começava o outro. Essa menina dá força pro leitor continuar com sua viagem pelo "mundo da
morte", diga-se de passagem. Vivendo lindos momentos com seu amigo judeu Max, que vivia dentro do porão da casa da roubadora de livros escondido do "Füher", Liesel roubou várias, e várias vezes livros fantásticos como: O Manual do Coveiro (no dia do enterro do seu irmão), O Dar de Ombros, O Assobiador...

A menina viveu sua vida de roubadora em tempo de guerra. Quando o senhor Hitler queria fazer todo o mundo um só, matando vários judeus em campo de concentração e até mesmo em pensamento.

Realmente o livro me surpreendeu no final. Eu não esperava algumas coisinhas. Eu chorei com palavras simples, mas palavras que tocam de verdade o coração de alguns leitores "chorões" como eu. Vale muito a pena ler!




Ela :


"Os seres humanos me assombram" .... E como assombram!

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Boca Grande

"Por que ter medo da morte? Enquanto somos, a morte não existe, e quando ela passa a existir, nós deixamos de ser.

Não precisamos temer os deuses, não precisamos nos preocupar com a morte. É fácil alcançar o bem. É fácil suportar o que nos amedronta." - Epicureus


Pequeno trecho existente em O Mundo de Sofia.

Obrigado senhor Jostein.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Lá lá acolá

E ter aqui, ter acolá... Ter acolá e aqui...
Ao mesmo tempo sentindo..
Ao mesmo tempo amando...
Brigar, agarrar, segurar e beijar...
Aqui, bem aqui aqui acolá...
Vendo teu beijo e teu olhar..
Não é.. e é.. não é.. e é. aqui acolá..
Que tens a poesia do amar...
Bem aqui, bem ali ali aqui acolá..
Onde eu te devoro...E você me estima...
Onde nós amamos.. e vivemos juntos...
Aqui, sempre aqui.. bem aqui, e não acolá.
!

sábado, 29 de setembro de 2007

Segundo Refúgio


Eis que deu início ao meu segundo blog. Sim, eu ainda vou ter paciência para administrar outro blog. Chama-se Cinemmus, e aborda duas artes que enchem meus olhos e enche meu coração de emoção: Cinema & Música! Ele é comandado por mais dois seres humanos... O Raphael Dias (um terráqueo quase formado em física no RJ, e teve a idéia de criá-lo), e a Alini Dias (uma amigona de Pelotas/RS, filóóóósofa sim! E suuuper inteligentíssima!). Não, eles não são irmãos ou primos... E o que temos em comum? Hein?! Hein?! O amor pelo cinema e pela música...

... ah, e outra coisinha também.... Pearl Jam!

Hahahhaa...

É isso... Se der não acessem o nosso blog! http://cinemmus.blogspot.com/
Breve, talvez entre mais um cinéfilo-doido pra dividir os posts com nós três!

Abraço pra você que não lê meu blog.


=)

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Mais uma vez...



Não. Parece que ele vem e bate na porta. Tudo bem. Eu até vou na porta, mas o que há lá fora é apenas o vento.

Não. Ele de vez em quando te deixa bem... Ajuda você a estar bem consigo e com quem está ao seu redor.

Agora, sentado nesta cadeira, dobro meus pensamentos por alguns minutos para o seu mundo. De repente nomes estranhos surgem aqui no mundo meu, que ao mesmo tempo num outro tempo é seu...

É você, amor. Palavra que tem um lindo significado... Que pode ser comparado a natureza. Por que não, hein?

Numa breve viagem neste fim de semana, observei com mais carinho a natureza. Estava eu numa poltrona de ônibus olhando pela janela a paisagem que se formava ao longo da estrada. Queria escrever naquela hora. Queria retratar tudo aquilo... E queria ter você do meu lado, para podermos nos deleitar com aquelas obras dos deuses.

Ah, o amor... Palavra que não cansa. Ah, “eu te amo”... que é prazeroso ouvir isso de quem realmente gosta da gente, e prazeroso dizer isso para a minoria que merece ouvir essas três palavrinhas.

Ah, a natureza... natura.. na tua altura...

No teu ego,... no teu calor... no teu abraço... no olhar...

No beijo.

Ah, você! Que tudo vê, que tudo sente...

... Que tanto me ensina, e tanto me estima.

[ breve despejamento de sentimentos ]



Foto: indo no sábado para São Miguel do Gostoso com meu amigo cabeção e minha cumadxi. Lá, onde meu pai mora...

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Tícula - Go tícula


Gotícula de saudade.. Saudade que não cala.
Saudade que não cala a boca de um nobre epígono.
Epígono que se deixa levar com pensamentos de Maria Má...
Má Maria má... De pensamentos assassinos..
De roubos exagerados.
Que derrama na mesa posta a gota do sangue.
Sangue de prazer, sangue de morte.
Morte que carrega-te para o outro mundo..
Aquele tão distante como teus pensamentos são.
Gota-Gotícula de raiva... De amor.
Que eu já nem sinto dor nessa hora fria, mas de calor.
Tícula-bem ridícula como uma velha em más comportamentos...
Comportamentos insanos..
Insanos... Ilusórios.. Gotículas que ferem o miocárdio.
O amor. Ah, o amor! Aquele que te denuncia...
Aquele que anuncia para todos ouvirem...
O que o nosso coração sente...
.. Que tudo também nem sente.
E através de uma gotícula saudável,
Torna meu coração amável.


[ ... ]


Vem me denunciando por muito tempo...
Ai, ai.. Vento!


Foto:
José Vaz Meneses

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Ciúmes [ I ]

"De acordo com a psicóloga Ayala Pines, ciúme é a reação complexa a uma ameaça perceptível a uma relação valiosa ou à sua qualidade. Provoca sempre o temor da perda e envolve sempre três ou mais pessoas, a pessoa que sente ciúmes (sujeito ativo do ciúme), a pessoa de quem se sente ciúmes (sujeito passivo do ciúme) e a terceira ou terceiras pessoas que são o motivo dos ciúmes (pivô do ciúme).

Segundo a psicóloga clínica Mariagrazia Marini o ciúme está relacionado com a falta de confiança (no outro ou em si próprio) ou obsessão.

A explicação psicológica do ciúme pode ser uma persistência de mecanismos psicológicos infantis como o apego aos pais que aparece por volta do primeiro ano de vida ou como consequência do Complexo de Édipo, não resolvido; entre os quatro e seis anos de idade a criança se identifica com o progenitor do mesmo sexo e simultaneamente tem ciúmes dele pela atracção que ele exerce sobre o outro membro do casal; na idade adulta essas frustrações podem reaparecer sob a forma de uma possessividade em relação ao parceiro, ou mesmo uma paranóia.

Nesse tipo de paranóia a pessoa está convencida, sem motivo justo ou evidente, da infidelidade do parceiro e passa a procurar “evidências” da traição. Nas formas mais exacerbadas o ciumento passa a exigir do outro coisas que o limitam na sua liberdade.

Os casos mais graves se curam através da psicoterapia que passa por um reforço da auto-estima e da valorização da auto-imagem.

Outros casos mais leves podem ser tratados através da ajuda do parceiro, estabelecendo-se um diálogo franco e aberto de encontro, com a reflexão sobre o que sentem um pelo outro e sobre tudo o que possa levar a uma melhoria da relação, para que esse aspecto não se torne limitador e perturbador." [ wikepédia ]

...

É bem complicado sentir isso. Cada um de nós passamos por momentos de guerra com nosso coração... A ponto de ferir a outra pessoa. Isso é tão chato!

=|

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

London


Eu tenho certeza que um dia irei andar pelas ruas dessa cidade.
Há! Um dos meus sonhos é conhecê-la...
Outro ponto da minha vida que meus amigos se cansam de ouvir eu dizer: "ai, ai, ai, eu quero ir pra Loooondres!"

Bem, vamo ver no que vai rolar daqui pra 2010. Acabo meu curso de inglês, e juntar grana, abrir mão de certas coisas pra poder fazer a viagem dos meus sonhos.

Agora têm coisas que eu acho que não vou conseguir abrir mão. Por exemplo: comprar livro. ^^
=~

Hahaha.. Boa tarde pra você que está lendo meu blog!

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Always Eddie Vedder & Pearl Jam ! =)



All Or None - Pearl Jam

It's a hopeless situation

and i'm starting to believe
that this hopeless situation
is what i'm trying to achieve
but i try to run on
it's all or none
all or none...
here's the selfless confession
leading me back to war
can we help that our destinations
are the ones we've been before?
i still try to run on
but it's all or none
all or none...
to myself, i surrender
to the one i'll never please
but i still try to run on
no, i still try to run on
but it's all or none
all or none...

__________

Eu nem vou comentar o tamanho amor que sinto por eles... Meus amigos já tão cansados de ouvir o epígono dizer: "Ah... Pearl Jam! É.. Tô ouvindo Pearl Jam..."
Seeeeempre falo em PJ... ^^
Ai ai... Espero um dia poder assistir um show deles.

Se quiser... Baixe a música aqui
=)

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Pleeeeeeeease, Mr. Postman! Hahahaha....


Please Mister Postman - The Beeeeeeatles!

Oh yes, wait just a minute mister postman
Wait, wait mister postman
(Mister postman look and see) oh yeah
(If there's a letter in the bag for me)
Please please mister postman
(I've been waiting a long long time)oh, yeah
(Since I heard from that girl of mine)

There must be some word today
From my girlfriend so far away
Please mister postman look and see
If there's a letter, a letter for me

I've been standing here waiting Mister Postman
So patiently
For just a card
or just a letter
Saying she's returning home to me

Please mister postman
(Mister postman look and see) oh yeah
(If there's a letter in the bag for me)Please please mister postman
(I've been waiting a long long time)oh, yeah
(Since I heard from that girl of mine)

So many days you past me by
See the tears standing in my eye
You didn't stop to make me feel better
By leaving me a card or letter

Mister Postman, look and see
Is there a letter, yeah, for me
I've been waiting such a long long time
Since I heard from that girl of mint

You gotta, wait a minute wait a minute oh yeah
Wait a minute wait a minute oh yeah
(you gotta) check and see one more time for me

You gotta, wait a minute wait a minute oh yeah
You gotta, wait a minute wait a minute oh yeah
Mister Postman, oh yeah
deliver the letter, the sooner the better

You gotta, wait a minute wait a minute oh yeah
Wait a minute wait a minute oh yeah
you gotta, wait a minute wait a minute oh yeah
you gotta, wait a minute wait a minute oh yeah

_______________________________

Tãããão demais essa música!
=)